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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Jorge Cajazeira é o novo presidente do Sindpacel na Bahia

A preocupação socioambiental das empresas de papel e celulose da Bahia, que formam, junto com o Espírito Santo, o maior parque industrial de celulose do mundo, foi o destaque na posse da nova diretoria do Sindpacel (Sindicato das Indústrias do Papel, Celulose, Papelão, Pasta de Madeira de Papel e Artefatos de Papel e Papelão no Estado da Bahia), ocorrida segunda, dia 4 de abril, na sede da Fieb, em Salvador (click e confira a cobertura!)

“O mito de que o eucalipto é prejudicial ao meio ambiente já foi derrubado. Há comprovações científicas de que ele ajuda substancialmente no sequestro de carbono, por exemplo”, explicou o novo presidente da entidade, Jorge Cajazeira, também executivo da Suzano Papel e Celulose.


Cajazeira destacou ainda o crescente roubo de madeira no Sul da Bahia para uso em carvoarias ilegais. “Essa questão é escandalosa. Somente no ano passado roubaram o equivalente a 3 mil campos de futebol, sem contar o consequente trabalho infantil e escravo”, disse ele. O executivo alertou que nem mesmo as áreas de preservação ambiental estão sendo poupadas pelos ladrões e reconheceu o importante trabalho das Polícias Civil e Militar. Cajazeira cobrou que os envolvidos no esquema sejam punidos judicialmente. “Não queremos ser reconhecidos apenas pelos resultados econômicos, mas pela conservação e proteção ao meio ambiente e pela responsabilidade social das empresas”, acrescentou o presidente da ABAF (Associação dos Produtores de Florestas Plantadas do Estado da Bahia) Leonardo Genofre. O setor é responsável por 300 mil hectares de área de preservação na Bahia, incluindo reserva legal, Área de Preservação Permanente (APP), Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) e unidades de conservação.



Mascarenhas (Fieb), o secretário James Correia
e Jorge Cajazeira unem forças
O secretário estadual de Indústria e Comércio James Correia enfatizou a preocupação do governo com as questões ambientais e invasões de terra. “Este é um segmento reconhecido e importante que investe em tecnologia e em preservação ambiental. Para cada hectare de área plantada, as empresas preservam outro hectare”, afirmou. Já o presidente da Fieb (Federação das Indústrias do Estado da Bahia) José de Freitas Mascarenhas ressaltou a necessidade de continuar a fortalecer o setor, responsável por 18,9% das exportações da Bahia: “Manter-se competitivo no mundo atual é um cenário para o qual o associativismo é necessário”.

Credito: Divulgação Sindpacel 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Jorge Cajazeira assume hoje, 4/4, a presidência da Sindpacel - BA

O executivo da Suzano Papel e Celulose, Jorge Cajazeira, assume hoje, segunda, 4 de abril a presidência do Sindicato das Indústrias do Papel, Celulose, Papelão, Pasta de Madeira de Papel e Artefatos de Papel e Papelão no Estado da Bahia (Sindpacel). A cerimônia ocorre na sede da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), em Salvador. “Queremos fortalecer o Sindicato, que representa um importante setor econômico da Bahia. Somos, junto com o setor petroquímico, os maiores exportadores do Estado, gerando divisas importantes e empregos, em toda a Bahia”, enfatiza Cajazeira. 


O executivo lembra também que, entre o Extremo Sul do Estado e Norte do  Espírito Santo, “se concentra o maior parque industrial para celulose de eucalipto do mundo, somando-se a produção da Veracel, Suzano e Fibria".
A nova diretoria irá reforçar a preocupação ambiental das empresas de papel e celulose instaladas no Estado. “Somos líderes na questão ambiental. A cultura do eucalipto evoluiu muito nos últimos anos e hoje ajuda na conservação do solo, na proteção da biodiversidade e dos recursos hídricos, além de restaurar terras degradadas e ajudar no sequestro de gás carbônico, se tornando importante aliado no combate ao efeito estufa”, explica Cajazeira.

Algumas das empresas chegam a ter 50% de florestas nativas em relação ao total de eucalipto plantado. No total, a Bahia conta com 527 mil hectares de área plantada e 279 mil hectares de área de florestas preservadas.
 
O setor:
 Ao longo dos anos a Bahia tornou-se um dos mais importantes pólos de produção de celulose do Brasil, gerando cerca de 12 mil postos de trabalho. O Estado responde por 17% da produção de celulose e 4% da produção de papel do País.
Em 2010, as empresas instaladas no Estado exportaram R$ 1,6 bilhão, o que representa 18,9% de todas as vendas externas da Bahia. Entre as 10 maiores indústrias exportadoras do Estado, 3 pertencem ao set or. Em relação ao Brasil, a Bahia responde 25% do total vendido pelo País aos mercados internacionais.